Novo Código Florestal derrota governo e meio ambiente

segunda-feira, 30 de abril de 2012
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Texto de contornos ruralistas desagrada ao governo, que defendia proposta do Senado; agora Dilma Rousseff deve decidir se vai sancionar a nova lei, que enfraquece a proteção ambiental
Há mais de uma década em tramitação no Congresso, o texto que reformula o Código Florestal brasileiro foi finalmente votado ontem na Câmara dos Deputados, gerando um resultado de sabor amargo para o governo e com potenciais efeitos negativos para o meio ambiente.

O relatório do deputado Paulo Piau foi aprovado, segundo o placar, por 274 votos a favor, enquanto a proposta que mais agradava a presidente Dilma Rousseff - o texto aprovado no Senado em dezembro, com maiores salvaguardas ambientais - contabilizou apenas 184 votos de apoio.

A derrota na Câmara não impede contudo que a presidente vete a proposta e edite uma medida provisória, que atenda ao seu ponto de vista quanto aos temas mais polêmicos e também sensíveis ao meio ambiente.

Entre os pontos espinhentos aprovados pelos deputados, mas que desagradam ao governo, está a diminuição do limite de recuperação de vegetação em áreas de preservação permanente (APPs).

O novo Código Florestal estabelece que propriedades rurais localizadas próximas a pequenos rios, de até 10 metros de largura, terão de recuperar uma faixa de 15 metros em cada margem. Porém, o texto de Piau não contempla regras de recomposição de mata para propriedades agrícolas em rios mais largos - ao contrário do texto do Senado, que previa a obrigatoriedade de recomposição de uma faixa de mata entre 30 e 100 metros para rios com mais de 10 metros de largura.

Na noite de ontem, o governo amargou outras derrotas durante a votação de destaques dos partidos feitos ao projeto. O novo Código Florestal retirou a proteção dos apicuns e salgados, locais próximos à praia onde é feita, por exemplo, a carcinicultura (produção de camarão). Segundo o texto, essas regiões deixaram de ser classificadas como APPs, perdendo a proteção legal.

O problema, para os ambientalistas, é que o apicum e o salgado são considerados como pertencentes ao ecossistema manguezal, e, portanto, desempenham papel fundamental na preservação do bioma.

Há mais de uma década em tramitação no Congresso, o texto que reformula o Código Florestal brasileiro foi finalmente votado ontem na Câmara dos Deputados, gerando um resultado de sabor amargo para o governo e com potenciais efeitos negativos para o meio ambiente.

O relatório do deputado Paulo Piau foi aprovado, segundo o placar, por 274 votos a favor, enquanto a proposta que mais agradava a presidente Dilma Rousseff - o texto aprovado no Senado em dezembro, com maiores salvaguardas ambiental - contabilizou apenas 184 votos de apoio.

A derrota na Câmara não impede, contudo que a presidente vete a proposta e edite uma medida provisória, que atenda ao seu ponto de vista quanto aos temas mais polêmicos e também sensíveis ao meio ambiente.

Entre os pontos espinhentos aprovados pelos deputados, mas que desagradam ao governo está a diminuição do limite de recuperação de vegetação em áreas de preservação permanente (APPs).

O novo Código Florestal estabelece que propriedades rurais localizadas próximas a pequenos rios, de até 10 metros de largura, terão de recuperar uma faixa de 15 metros em cada margem. Porém, o texto de Piau não contempla regras de recomposição de mata para propriedades agrícolas em rios mais largos - ao contrário do texto do Senado, que previa a obrigatoriedade de recomposição de uma faixa de mata entre 30 e 100 metros para rios com mais de 10 metros de largura.
Na noite de ontem, o governo amargou outras derrotas durante a votação de destaques dos partidos feitos ao projeto. O novo Código Florestal retirou a proteção dos apicuns e salgados, locais próximos à praia onde é feita, por exemplo, a carcinicultura (produção de camarão). Segundo o texto, essas regiões deixaram de ser classificadas como APPs, perdendo a proteção legal.
O problema, para os ambientalistas, é que o apicum e o salgado são considerados como pertencentes ao ecossistema manguezal, e, portanto, desempenham papel fundamental na preservação do bioma

por: Vanessa Barbosa
Exame.com - 26/04/2012

fonte: Planeta Sustentavel

Chimarrão benefícios e malefícios

sexta-feira, 13 de abril de 2012
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O chimarrão (ou mate) é uma bebida característica da cultura do sul da América do Sul. É um hábito legado pelas culturas indígenas quíchuas, aimarás e guaranis. Ainda hoje, é hábito fortemente arraigado no sul do Brasil, parte da Bolívia, Chile, Paraguai e, principalmente, no Uruguai e na Argentina.
É composto por uma cuia, uma bomba, erva-mate moída e água morna.
Componentes da erva-mate
A erva-mate é formada por diversos componentes. Entre eles, pode-se destacar:
  • Água, celulose, gomas, dextrina, resina aromática
  • Alcalóides: cafeína, metilxantina, teofilina e teobromina
  • Celulose
  • Glicídios: frutose, glicose, rafinose e sacarose
  • Lipídeos: óleos essenciais e substâncias sebáceas
  • Proteínas: aminoácidos essenciais
  • Sais minerais: alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio
  • Taninos: ácidos fólicos e caféico
  • Vitaminas: A, B1, B2, C e E
Benefícios da erva-mate
Pesquisas feitas com a erva-mate sugerem os seguintes efeitos benéficos:
  • Estimulante da atividade física e mental
  • Estimula a circulação
  • Aumenta o ritmo cardíaco
  • Facilita a digestão
  • Favorece a evacuação (fezes) e a micção (urina)
  • Promove a regeneração celular
  • Eliminam estados depressivos
  • Aumenta a resistência de músculos à fadiga
  • Aumenta a força muscular
  • Desenvolve as faculdades mentais
  • Tonifica o sistema nervoso
  • Regulariza a respiração
  • Facilita a digestão
  • Promove sensação de bem-estar e vigor
  • Regula as funções sexuais
  • Efeitos cosméticos na pele
  • Previne a arteriosclerose
  • Melhora a memória
  • Previne gripes e alergias
  • Diurético
  • Diminui o colesterol e triglicerídeos
  • Aumenta o gasto energético
  • Favorece o emagrecimento
  • Previne a doença de Parkinson
Malefícios da erva
O consumo da bebida muito quente pode levar a lesões na parte interna da boca e da garganta, o que pode favorecer a formação de tumores (câncer de esôfago). Além disso, também pela temperatura, há a possibilidade de lesão nas papilas gustativas, causando uma perda parcial do paladar.
Diminui a absorção de ferro, devendo ser evitada por pessoas com anemia. Pode também aumentar a pressão, devendo ser evitada por hipertensos.
Câncer de garganta
O tumor no esôfago, ou câncer de garganta, não é causado pela erva-mate e sim pela alta temperatura da bebida.
Chimarrão x Café
Se o chimarrão contém cafeína como o café, tanto faz tomar qualquer um dos dois, certo? Errado. O efeito estimulante do chimarrão dura mais tempo que o do café. Além disso, não apresenta efeitos colaterais como insônia, palpitação, agitação e irritabilidade.
Tomar gelado, morno ou quente?
A erva-mate gelada é chamada de tererê, e não chimarrão. Apesar de fazer parte da tradição paraguaia, e não tanto da gaúcha, é uma boa alternativa para quem tem medo do câncer de esôfago ounão gosta de bebidas quentes. A temperatura ideal para o chimarrão é entre 70 e 80°C, ou seja, a água não deve ferver. Nessa temperatura, os riscos de lesão são um pouco menores do que utilizando a água fervendo

REDES SOCIAIS A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO

terça-feira, 10 de abril de 2012
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Sabemos que milhares de estudantes brasileiros já fazem parte dessa rede social existente em todo território que é a internet.
Nelas encontramos  as novidades  do momento , que são  facebook, twitter, blogs, notamos que facilita o vinculo entre escola aluno e professor aluno, e também as informações que os alunos necessitam para estarem atualizados nas suas tarefas diárias e no mundo atual.
Também dessa forma  estabelecem relações interpessoais quando algumas mudanças são notadas no espaço pedagógico, onde ambos podem obter mais conhecimento construindo uma parceria coletiva no processo educacional, assim interligando os conteúdos digitais entre o aprender e o ensinar usufruindo da tecnologia.
Quanto aos questionamentos em relação ao uso de tecnologias na educação, podemos citar a alienação diante das imagens, sendo bem mais cômodo ver e ouvir do que ler, entretanto para se ter uma boa leitura é preciso interpretação e assim obter o conhecimento seguro. Mas diante de um computador você pega tudo mastigadinho fáceis de seres entendidos.
O que nós perguntamos é até que ponto as tecnologias fornecem subsídios para a formação intelectual do indivíduo?
Quanto ao professor para levar esses recursos tecnológicos para sala de aula, ele deve ter os objetivos traçados para não deixar que as ferramentas que podem ajudar um aluno no seu desenvolvimento o deixem alienado por esse objeto, os quais devem ser usados quando for importante para ambos os professor e aluno, quando isso trouxer vantagens, e termos uma preparação para isso.
Vantagens da tecnologia: possibilidade de debates sobre assuntos diversos via wiki e blogs, flexibilidade nas formas de acesso a conteúdos disponibilizados pelo professor; (portal).
Rede de comunicação da instituição ( no âmbito do ensino) e podendo auxiliar outros alunos;
Tudo isso permite ao aluno ter tempo para pensar sobre determinado conteúdo recebendo colaboração para construir o conhecimento.
Estimular os alunos a usarem as ferramentas que fornecem criatividade, facilitando o aprendizado, dinamizando as atividades.
Desvantagens da tecnologia: Para alguns alunos, ver e ouvir são melhor que ter o trabalho de ler, inibindo o desenvolvimento da leitura e da escrita, visto que a maioria prefere copiar colar imprimir.
Responsabilidade sobre o aluno que tem de ser disciplinado na forma como acompanhar os conteúdos,
Em ferramentas colaborativas podem surgir informações erradas.



Alguns depoimentos de vantagem do uso de tecnologia entre professor e aluno:
Ex. “Professor o vídeo sobre revisão que o senhor mandou me ajudou a entender melhor o conteúdo e a esclarecer algumas duvidas”. Sabrina Domingues.
“Professor, eu tentei assistir a aula até onde vi, gostei bastante, esse tipo de material ajuda muito na hora de estudar”. Leilane
“Faz com que a classe seja participativa nas aulas e os alunos discutem o conteúdo, muito bom. A multimídia é um facilitador para o entendimento do conteúdo, bem explicado.”
“Muito bom! Parabéns prof. Walter! Ajudou muito para reforçar o que aprendemos, só tenho que a gradecer pelo seu esforço e interesse em nos ajudar bem como no preparo das aulas”.
“O professor está cada vez mais deixando as aulas atrativas e colocando sempre a tecnologia a favor da informação”.



Conclusão

O aluno pode passar de ser um agente passivo na aprendizagem para um agente pensante que possa ver nessas ferramentas a oportunidade de formar e trocar conhecimentos depende apenas de seu interesse.





Consultas;
http://www.teachertube.com/


Alunos: Rubenita de Melo
Genilda
Leonete
Daniel

participem

sábado, 28 de janeiro de 2012
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DESCRIÇÃO-AQUI.