Ante de dar inicio a essa postagem quero lembrar que essa postagem não tem intenção alguma a fazer apologia a maconha nem tão pouco a qualquer tipo de droga
A imagem que vocês vêem nessa postagem trata-se do remédio Marinol, o qual leva maconha em sua fabricação que não é registrado pelo Ministério da Saúde, mas já foi reconhecido pelo órgão responsável pela aprovação e controle de drogas, medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, o FDA (Food and drugs administration).
A maconha é considerada uma das drogas mais popular do mundo. Essa planta é originaria da Ásia. Os chineses usam essa planta com efeito medicinal a cerca de 7.000 anos a.C. com suas fibras também eram fabricadas cordas, papel, tecidos, etc.
O cultivo da maconha se espalhou pelo Oriente Médio, e daí para a Europa, que durante as grandes navegações levou as primeiras mudas da planta para as Américas e África. Aqui na América do Sul o país pioneiro no cultivo da Cannabis sativa foi o Chile, onde as primeiras plantações foram feitas pelos espanhóis, no Brasil a planta chegou através dos escravos africanos.
Um mesmo pé de maconha pode apresentar duas estruturas sexuais, ou seja, podem ser macho e fêmea sendo assim considerada hermafrodita estruturas sexuais. É a flor do macho que produz o pólen que fecunda a fêmea, quando a flor da fêmea é fecundada ela se enche de sementes e depois morre. Quando não ocorre fecundação da fêmea, ela excreta uma grande quantidade de resina pegajosa composta por dezenas de substâncias diferentes. Dentre as várias substâncias, existe a THC (delta-9-tetrahidrocanabinol) que serve de filtro solar para a planta, pois essa é de clima desértico. Apesar de o THC estar presente em toda a planta é na flor da fêmea que se encontra a maior concentração da substância. A real droga da maconha é essa flor.
Na época em que a maconha foi trazida para as Américas ela era um medicamento, e com o passar do tempo os grandes laboratórios farmacêuticos passaram a utilizar a maconha em muitos dos seus produtos. Era indicada como analgésico anti espasmódico e dilatador dos brônquios. Após o surgimento da morfina e dos barbitúricos houve um declínio no interesse médico pela planta, sendo que hoje em dia ela praticamente não é usada em medicamentos pelos grandes laboratórios. Em alguns países, porém, a maconha ainda é usada no combate a algumas doenças e infecções, além de ser usada como calmante e relaxante.
Pesquisas indicam o uso da maconha no combate a náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anti-câncer, e tem efeito benéfico em alguns casos de epilepsia.
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